E você? Está acompanhando a série da Netflix La Casa de Papel? Se sim, provavelmente está ansioso para a chegada da segunda temporada no Brasil.

Enquanto aguardamos apreensivos a retomada da série que tal tirar alguns insights de gestão de pessoas que ela nos passa?

Pode até parecer um pouco estranho, mas a série é recheada de dicas que podemos abstrair e utilizar tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Confira agora o que La Casa de Papel tem a ver com gestão de pessoas.

Mas eu não vi La Casa de Papel

Bom, a primeira dica que eu te dou então é que você assista a série! As emoções vão tomar conta de você, fazendo-o se envolver com cada personagem e se angustiando com todas as situações de perigo vividas por eles.

La Casa de Papel se passa na Espanha atual, em que um líder (professor), reúne uma quadrilha de assaltantes e criminosos com o intuito de cometer um crime nunca antes visto: assaltar a casa da moeda do país.

O plano é todo arquitetado pelo professor, e executado pelos criminosos, cada um com seu perfil, que são diferentes e complementares. Vale ressaltar que eles não se conheciam antes e não sabem os nomes uns dos outros, eles tem apelidos com nome de cidades, por exemplo: Rio, Denver, Oslo, que usam para comunicação interna.

Lições de gestão de pessoas

A série pode nos ensinar muito sobre gestão de pessoas. Vamos começar com as lições?

1. Um bom líder deve saber trabalhar com diferentes perfis

Na série La Casa de Papel o professor é um grande líder que tem como objetivo concluir o assalto com êxito, para isso ele trabalha com pessoas de diferentes personalidades, costumes, gerações e realidades. Isso torna o trabalho mais difícil, porém ele consegue conquistar a confiança de todos através de seu conhecimento, inteligência e poder de influência.

Podemos fazer um paralelo com um líder dentro de uma organização, que tem que ter jogo de cintura para manter seus comandados na linha e não deixá-los sucumbir, alcançando assim os seus objetivos.

 

2. O treinamento faz a diferença na execução

Na série os assaltantes passaram muitos meses treinando e revisando o plano, estudando cada detalhe minuciosamente e destrinchando tudo que o professor dizia. Cada possível situação era vista e quando chegou o momento do assalto todos sabiam o que fazer.

Mesmo diante de um cenário caótico e adverso o planejamento se manteve e todos os integrantes do grupo sabiam o que devia acontecer, quando devia acontecer e o motivo da ação.

Em um ambiente organizacional as pessoas devem treinar os processos e revisar seus objetivos até alcançar a perfeição na realização das tarefas, e muitas vezes quando um novo colaborador ingressa na empresa o seu processo de adaptação e treinamento leva até 90 dias.

3. Humanos não são máquinas, falhas são normais

Podemos observar, mesmo com todo treinamento, que em La Casa de Papel os ladrões tem momentos de falhas e erros, (vou me conter aqui para evitar spoilers).

Mas o paralelo que conseguimos fazer é que nas empresas as falhas são normais e devem ser tratadas como aprendizado. Uma falha não deve ser condenada e cabe aos gestores a orientação de como corrigí-las.

4. Contratar boas pessoas é um fator chave de sucesso

Por fim temos uma lição muito importante. O processo de recrutamento e seleção de novos funcionários é um dos mais importantes da empresa e deve ser tratado com muita atenção. Ter uma equipe multidisciplinar e complementar é um fator chave para o sucesso de uma organização.

Na série podemos observar que cada integrante da quadrilha tem uma expertise e seu papel fundamental para o sucesso do plano elaborado pelo professor.

Bom, acredito que agora você irá olhar para a série de uma outra maneira não é mesmo? Enquanto isso aguardamos ansiosamente a segunda temporada.

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Daniel Martins

Daniel Martins

Sou técnico em Administração formado pela Escola de Formação Gerencial do SEBRAE . Gosto de expandir meus conhecimentos e aprimorar minhas habilidades sempre. Tenho experiência no mercado de startups e sou apaixonado por marketing de conteúdo!

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