Uma grande dificuldade da Pessoa Recrutadora no Processo de Recrutamento em TI é entender mais a fundo sobre a validação técnica dos(as) candidatos(as).

Afinal, existem várias formas de se validar tecnicamente, e o intuito deste texto é mostrar para você, alguns meios que muitas empresas utilizam para fazer a validação desses profissionais.

Sendo assim, vou listar 5 tipos de validação técnica para Profissionais de Tecnologia que vão te ajudar!

Teste de lógica e Algoritmos

Uma Pessoa Desenvolvedora, independente da linguagem, é aquela que tem um bom domínio de lógica de programação e algoritmos. Aprendendo esses conceitos, eles serão aplicados para basicamente todas as linguagens de programação existentes, mudando apenas as regras que cada uma propõe. 

Muitas empresas não abrem mão do teste de lógica em seus processos seletivos, principalmente quando se trata de posições de estágio e júnior. Algumas se prendem somente nessa validação técnica, com o objetivo de ensinar a linguagem utilizada pela equipe, após a contratação (esse seria o mundo ideal).

Aqui na Vulpi, promovemos um material completo que você pode baixar para aprender sobre novas maneiras de fazer validação técnica de Pessoas Desenvolvedoras.

Mas, continue lendo este artigo e aprenda ainda mais sobre o assunto!

validação ténica

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Teste técnico – projeto

Esse modelo é aquele padrão que a maioria de nós, da área de recrutamento em TI, conhece.

Isto é, consiste em enviar um teste técnico, provavelmente um projeto na linguagem que a pessoa irá trabalhar no dia a dia ou em uma situação/problema dentro de uma aplicação, para que o(a) candidato(a) possa resolver e depois subir para alguma plataforma de versionamento de código. 

É comum a empresa dar um prazo de 7 a 14 dias. No entanto, esse período é onde encontramos as maiores taxas de desistência das Pessoas Candidatas no processo.

Esse é um ponto em que temos que ter cautela e empatia, principalmente para posições de uma senioridade maior.

Em geral, quando um teste muito complexo é enviado, a retenção dele acaba sendo baixa, pelo período que a pessoa leva para resolvê-lo. E, quando ela é sênior, normalmente é difícil encontrar disponibilidade para fazer a tarefa bem feita, no prazo estimado, devido a alta demanda de trabalho que essa posição acaba exigindo.

Portanto, ter empatia para flexibilizar a data de entrega é fundamental para manter quem se candidatou no processo. Porém, isso também não garante a permanência da pessoa até o final do teste. Desafios técnicos muito longos têm um índice maior de desistência.

Análise de portfólio de projetos

Como o mercado de tecnologia está muito aquecido, fazer um processo de seleção extremamente longo pode acabar sendo um tiro no pé. Algumas empresas, para simplificar e até ganhar vantagem competitiva nesse quesito, optam por apenas analisar o portfólio para ver os projetos que quem se candidatou já trabalhou e analisar as suas linhas de código.

Esse é um formato um pouco criticado, pois encontrar profissionais com o portfólio cheio de projetos próprios não é muito fácil e acaba reduzindo o número de pessoas em seu radar de recrutamento, que estão dentro desse requisito.

Entretanto, quando é possível fazer com que isso aconteça, o seu processo se torna muito mais ágil!

White Board

É uma etapa que consiste em um desafio presencial, que pode ser feito tanto em forma individual, quanto em grupo.

Quem entrevista expõe um problema, no qual a resolução deverá ser apresentada em um quadro branco e o(a) participante do processo seletivo deverá falar em voz alta a sua linha de raciocínio enquanto elabora a solução podendo, também, tirar suas dúvidas técnicas.

Temos a alternativa online para essa ”representação de código ao vivo” e algumas plataformas que, atualmente, permitem que essa técnica seja executada na web.

A plataforma HackerHank, por exemplo, tem produtos como Codepair e o Codescreen que possibilitam esse tipo de validação técnica.

Pair Programming

É uma técnica de desenvolvimento de software ágil, em que duas Pessoas Desenvolvedoras trabalham juntas em uma estação de trabalho.

Dessa forma, uma ocupa a posição de “controlador”, responsável por escrever o código, e a outra de “observador”, que analisará as linhas de código. De tempos em tempos elas trocam de papel.

Essa é uma técnica muito bacana, pois trabalha a colaboratividade e como as pessoas envolvidas respondem a Feedbacks

Conclusão

Cada empresa escolhe a validação técnica que faz mais sentido durante o seu processo de contratação. Não há uma regra dizendo qual tipo deve ser feito e nem que não se pode adaptar as metodologias umas às outras.

Tudo vai depender sempre da realidade da sua empresa e do tipo de skill técnica e comportamental serão indispensáveis para a equipe.

 


Megan

Megan

Conheça a Vulpi! Temos o propósito de tornar mais simples e eficaz o processo de recrutamento e seleção de desenvolvedores de software.

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